Vórtice Ciclônico causa chuva e beneficia soja no Nordeste

Primeira quinzena termina com chuva no MATOPIBA, mas segunda metade de janeiro deve ser marcada por mudança no padrão

A atuação de um VCAN (Vórtice Ciclônico de Altos Níveis) na altura da Bahia mantém o tempo seco em parte do Estado, mas os ventos em altos níveis nas bordas do sistema propiciam a formação de nuvens carregadas que levam chuva para parte do sertão nordestino e beneficia as áreas produtoras de soja da região.

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Chuva beneficia soja/ Fonte: Banco de imagens da Somar Meteorologia

De acordo com a técnica em meteorologia Patricia Vieira, da Somar Meteorologia, as precipitações ocorrem em forma de pancadas e podem não atingir toda a região de maneira uniforme, mas ainda favorecem as áreas de cultivo principalmente no Maranhão, Piauí e Ceará, até o final da primeira quinzena de janeiro.

No Centro-Oeste, a alta umidade vinda da Amazônia potencializa a chuva provocada por instabilidades que atuam junto à Alta da Bolívia, sistema que provoca temporais no Centro-Norte durante os meses de primavera e verão, porém a chuva em excesso pode prejudicar as lavouras que já estão em fase de colheita no Mato Grosso.

A partir da segunda quinzena do mês, a chuva migra da metade norte para o Sul do país e as precipitações voltam a ser destaque no Rio Grande do Sul, onde os grandes acumulados prometem elevar a umidade do solo e o nível dos reservatórios destinados à irrigação.

AGROSOMAR

No AGROSOMAR, plataforma online destinada ao agronegócio, o agricultor tem as previsões de curto e longo prazo, além de conferir a tendência das próximas três estações e poder compará-las com as informações dos últimos nove meses.

Dentro da ferramenta, o produtor também obtém informações das culturas de seu interesse  e pode fazer o acompanhamento da sua lavoura com a funcionalidade de gerenciamento de safra que permite inserir informações como data de plantio, produtividade potencial e tipo de solo.

Os assinantes do Agrosomar também contam com o calendário fitossanitário, que sinaliza risco de doenças para culturas e com a função de precipitação acumulativa, que permite ver o acumulado de chuva desde a data do plantio até a data  atual.

E ainda tem a penalização de produtividade, que possibilita ao agricultor saber quanto o clima está impactando na produção da sua safra.

 

Para saber mais acesse www.agrosomar.com.br.

 

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