Excesso de chuva pode afetar transporte da soja

Chuvas volumosas entre Mato Grosso e Pará afetam os trabalhos no campo e o transporte dos grãos

As chuvas excessivas que atingem a região do Mato Grosso e Pará desde o final de janeiro, preocupam os produtores de soja que estão em fase de colheita e transporte. De acordo com a Somar Meteorologia, acumulados elevados ainda devem continuar até o próximo mês.

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Chuvas volumosas entre Mato Grosso e Pará afetam os trabalhos no campo e o transporte dos grãos/ Fonte: Pixabay

De acordo com o meteorologista da Somar, Celso Oliveira, os agricultores mato-grossenses que plantaram mais tarde por conta das chuvas irregulares no fim do vazio sanitário em setembro podem precisar paralisar a colheita por conta das chuvas volumosas que atingem a região desde o início da semana e devem continuar até a próxima semana.

Já para a soja que está na fase de exportação, a atenção deve ser redobrada com o transporte por conta do excesso de chuva que mantém o solo encharcado e aumenta a possibilidade de alagamentos e atoleiros como os que ocorreram nesta mesma época no ano passado, quando mais de três mil caminhões atolaram e bloquearam a BR-163.

Segundo o especialista, as precipitações volumosas devem continuar acontecendo até meados de março e, mesmo intercaladas com períodos de melhoria e tempo firme, podem causar transtornos nas lavouras.

 

AGROSOMAR

No AGROSOMAR, plataforma online destinada ao agronegócio, o agricultor tem as previsões de curto e longo prazo, além de conferir a tendência das próximas três estações e poder compará-las com as informações dos últimos nove meses.

Dentro da ferramenta, o produtor também obtém informações das culturas de seu interesse  e pode fazer o acompanhamento da sua lavoura com a funcionalidade de gerenciamento de safra que permite inserir informações como data de plantio, produtividade potencial e tipo de solo.

Os assinantes do Agrosomar também contam com o calendário fitossanitário, que sinaliza risco de doenças para culturas e com a função de precipitação acumulativa, que permite ver o acumulado de chuva desde a data do plantio até a data  atual.

E ainda tem a penalização de produtividade, que possibilita ao agricultor saber quanto o clima está impactando na produção da sua safra.

 

Para saber mais acesse www.agrosomar.com.br.