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Como evitar as doenças típicas de verão?

Médica explica quais são os casos de maior incidência da estação

A estação mais quente do país começou há menos de um mês no Hemisfério Sul. De acordo com a Somar Meteorologia, este verão será caracterizado pelas chuvas, mas desta vez, o calor não será tão intenso se comparado ao último ano, já que o Oceano Pacífico Equatorial está mais frio e influencia a atmosfera em várias partes do globo.

Foto: Banco de Imagem Somar Meteorologia

Foto: Banco de Imagem Somar Meteorologia

Por conta das altas temperaturas comuns na estação, algumas doenças têm maior incidência como o inchaço, a queda de pressão e a desidratação. Segundo a clínica geral Larissa H. Dulley, os vasos sanguíneos se dilatam mais com o aumento da temperatura e com isso, pode provocar inchaço nas pernas principalmente em pessoas que ficam muito sentadas durante o dia, já que os músculos trabalham menos e acumulam o sangue, especialmente na panturrilha. “Além disso, as quedas de pressão também acontecem por conta do mesmo mecanismo”, ressalta.

Já os casos de desidratação ocorrem mais em idosos, que com o passar dos anos perdem alguns receptores que realizam o controle térmico do corpo. Os episódios também são comuns em quem possui cansaço excessivo e confusão mental. Por isso, a especialista recomenda a ingestão de pelo menos dois litros de água todos os dias, mesmo quando não sentir sede. “Apenas os pacientes com problemas cardíacos e renais é que precisam de um controle rigoroso da ingestão hídrica”, comenta Dulley.

 

Vai à praia?

O litoral é um dos locais mais procurados nesta época do ano e por isso, os casos de infecção intestinal aumentam por conta da ingestão de água contaminada ou da comida que muitas vezes fica exposta ao sol durante o dia. “Os banhos de mar devem ser tomados com cuidado e sem a ingestão de água salgada”, alerta.

De uma forma geral, se ocorrer a falta de saneamento básico e higiene adequada, as chances de contrair doenças são grandes. Além disso, as pessoas que são mais suscetíveis são os idosos, HIV positivo e os transplantados em uso de imunossupressão, pois possuem as células de defesa menores do que as demais.

 

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